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Arquitetura do Universo Mestre
Estrutura espacial do Paraíso às margens exteriores
Listas temáticas compiladas a partir da revelação. Clique em um item para a citação, no link para o contexto.
I. O Paraíso — Núcleo estacionário
O Paraíso — definição
“…a única coisa estacionária no universo dos universos.” “…uma localização no universo, mas não uma posição no espaço.”
Forma e dimensões
Elipsóide, não esférico. O diâmetro N-S é 1/6 mais longo que o diâmetro L-O. A profundidade é 1/10 do diâmetro L-O. Essencialmente achatada.
Direção absoluta
Estabelecida pelas dimensões do Paraíso, seu estado estacionário e a maior pressão exterior de força-energia na extremidade norte.
Centro de gravidade
“Absolutamente nada é estacionário em todo o universo-mestre, exceto a Ilha do Paraíso, o centro da gravidade.”
II. Zonas quiescentes do meio-espaço
O espaço e o Paraíso
“O espaço não existe nas superfícies do Paraíso.” “…as zonas de espaço-intermediário quiescentes entram em contato com a Ilha Central.”
Natureza das zonas do meio-espaço
Não-espaço. Extensão relativa do Paraíso. Separam o espaço preenchido e o espaço não-preenchido. Movimento espacial mais reduzido, possivelmente algum movimento.
Padrão de crescimento
Essas zonas se tornam maiores a distâncias maiores do Paraíso e finalmente abrangem as fronteiras de todo o espaço e encasulam completamente.
Antigas zonas interníveis
Zonas similares existiram anteriormente entre os níveis do espaço preenchido, mas agora são menos quiescentes.
III. Circuitos do Paraíso e de Havona
Sete condições espaciais
Da periferia do Paraíso às fronteiras dos superuniversos: 7 condições e movimentos espaciais distintos. A lista estrutural mestra.
Dez unidades concêntricas
Um imenso plano — 3 circuitos do Paraíso + 7 circuitos de Havona. Não sobrepostos; os mundos seguem em procissão linear ordenada.
Disposição de Havona
1 bilhão de mundos em 7 circuitos concêntricos. O mais interior: 35+ milhões de mundos. O mais exterior: 245+ milhões. Processão no sentido horário.
Núcleo eterno
“O Sistema Paraíso-Havona constitui o núcleo eterno e perfeito do universo-mestre.” Todos os superuniversos e o espaço exterior giram ao seu redor.
IV. Corpos de gravidade obscuros
1. Zona semiquieta — Havona aos CGO
ZSQ1 — definição
A zona espacial semiquieta que separa os circuitos de Havona dos corpos de gravidade obscuros. Terceira das 7 condições espaciais enumeradas em 14:1.1-8.
Propriedades das zonas semiquietas
Enormes regiões elípticas de atividades espaciais quiescentes. Espaço preenchido, mas estacionário — sem matéria, sem circulação. A energia passa através.
2. Cinturão interior
Corpos escuros de gravidade — definição
Um número inacreditável de enormes massas além do sétimo circuito de Havona. Diferentes de outros corpos espaciais. Nem refletem nem absorvem luz. Escondem Havona da vista.
Dois cinturões separados
O grande cinturão é dividido em duas órbitas elípticas iguais por uma intrusão espacial singular. Cinturão interno: sentido anti-horário. Cinturão externo: sentido horário.
Configuração do cinturão interior
Disposição tubular, consistindo em três agrupamentos circulares. A seção transversal apresenta três círculos concêntricos de densidade aproximadamente igual.
Massa e função gravitacional
A massa dos corpos escuros de gravidade excede a massa total conhecida de todos os sete setores do grande universo. Complementa o Paraíso como centro de gravidade material absoluta.
3. Zona intermediária
Zona única — definição
O espaço intermediário entre os dois circuitos de corpos escuros de gravidade. Nada semelhante em nenhum outro lugar do universo. Enormes movimentos de ondas de vaivém vertical, atividades de energias de uma ordem desconhecida.
4. Cinturão exterior
Configuração do cinturão exterior
Disposto perpendicularmente. 10.000x mais alto que o circuito interior. O diâmetro vertical é 50.000x o diâmetro transversal. Gira no sentido horário.
Equalização da gravidade
As direções alternadas de movimento, combinadas com a massa extraordinária, equalizam as linhas de gravidade de Havona. O universo central: fisicamente equilibrado e perfeitamente estabilizado.
Único no universo mestre
Nada igual aos corpos escuros de gravidade caracterizará os níveis do espaço exterior. Essas procissões alternadas de equilíbrio da gravidade são únicas no universo-mestre.
5. Zona semiquieta — CGO aos superuniversos
ZSQ2 — definição
A terceira zona semiquieta — separando o cinturão exterior dos corpos escuros de gravidade dos circuitos mais interiores dos sete superuniversos. Sétima das 7 condições espaciais (14:1.8).
Significado da fronteira
Marca o limite exterior do universo central e o limite interior do nível espacial dos superuniversos. O grande universo começa além desta zona.
V. Nível espacial dos superuniversos
Superuniversos — definição
“…não são organizações físicas primárias.” “…agrupamento de espaço geográfico de aproximadamente um sétimo da criação pós-Havona organizada e parcialmente habitada.”
Rotação
“Os sete superuniversos giram ao redor do Paraíso no sentido anti-horário.”
O grande universo definido
A criação atualmente organizada e habitada. Sete superuniversos + o universo central. Potencial evolucionário agregado: ~7 trilhões de planetas habitados.
Respiração do espaço
Todos os sete superuniversos participam dos ciclos de dois bilhões de anos da respiração do espaço, juntamente com as regiões exteriores do universo mestre.
VI. Níveis do espaço exterior
1. Zona semiquieta — Superuniversos ao NEE1
ZSQ3 — dimensões
Largura média de aproximadamente 400.000 anos-luz. Isenta de poeira estelar — a neblina cósmica. Uma zona espacial de relativa quietude entre os circuitos energéticos dos superuniversos e o NEE1.
Zonas semiquietas como linhas de referência
Enormes regiões elípticas de atividades espaciais quiescentes. Tudo o mais se move; essas zonas estacionárias fornecem a referência de medição para as distâncias espaciais.
2. Primeiro nível do espaço exterior
NEE1 — localização e extensão
A ação de energia começa a aproximadamente 500.000 anos-luz além da periferia do grande universo. Aumenta em volume e intensidade por mais de 25 milhões de anos-luz. Um cinturão contínuo de atividade cósmica.
Rotação
O NEE1 gira no sentido horário ao redor da criação central — oposto aos superuniversos que giram no sentido anti-horário.
Visualização
Uma vasta procissão de galáxias girando em volta do Paraíso, limitada por cima e por baixo pelas zonas do interespaço em quiescência, nas margens interna e externa por zonas relativamente tranquilas de espaço.
Não confiabilidade espectroscópica
As estimativas espectroscópicas para o espaço exterior são totalmente não confiáveis. A velocidade aparente de afastamento não é real; resulta de múltiplos fatores de erro.
3. Segundo nível do espaço exterior
NEE2 — detecção
Manifestações de força detectadas a mais de 50 milhões de anos-luz além dos fenômenos mais exteriores do NEE1. Pressagiam as criações materiais do segundo nível do espaço exterior.
Rotação
Parece girar no sentido anti-horário ao redor do Paraíso, como os sete superuniversos.
4. Terceiro nível do espaço exterior
NEE3 — evidência direcional
Os observadores astronômicos de Uversa detectam evidência de movimentos giratórios que começam a exibir tendências direcionais no sentido horário.
5. Quarto nível do espaço exterior
NEE4 — nível espacial mais exterior
O quarto e mais exterior dos níveis espaciais. Os quatro níveis do espaço exterior estão destinados a efetivar factualmente a evolução da ultimidade da criação.
Extensão do espaço preenchido
O espaço preenchido se estende através do quarto nível espacial e além da periferia do universo-mestre — até que distância é desconhecido.
VII. Movimentos espaciais e rotação
Quatro classificações de movimento
Primário (respiração do espaço), secundário (oscilações direcionais alternadas), relativo (não avaliado com o Paraíso como base), compensatório (coordenando todos os outros).
Direções alternadas
NEE1 sentido horário. NEE2 sentido anti-horário (como os superuniversos). NEE3 começando tendências horárias. Superuniversos sentido anti-horário.
Propósito da alternância
Zoneamento alternativo + fluxo alternado = estabilização da gravidade física, influência antigravitacional, freio sobre velocidades perigosas.
Técnica gravitacional
As direções alternadas das procissões espaciais se relacionam com a técnica de gravidade no interior do universo-mestre do Absoluto Universal — coordenação de forças e equalização de tensões espaciais.
VIII. Distribuição da gravidade
Gravidade física — ~95% além dos universos organizados
Apenas ~5% do funcionamento ativo da gravidade absoluta do Paraíso opera dentro do grande universo. ~95% controlam os sistemas materiais além dos universos organizados.
Gravidade espiritual — ~100% no grande universo
Praticamente toda a gravidade espiritual do Filho Eterno funciona dentro do grande universo. O espaço exterior, no momento presente, é totalmente não-espiritual.
Gravidade mental — ~85% no grande universo
~85% da resposta à gravidade mental se origina no grande universo. ~15% não contabilizados — sugere atividades mentais no espaço exterior (organizadores de força).
Sistema de gravidade de três componentes
O Paraíso é o centro e ponto focal. Os corpos escuros de gravidade complementam a gravidade do Paraíso. Os reservatórios de espaço equilibram o sistema.
IX. Limites exteriores e reservatórios
1. Encapsulação pelo meio-espaço
Zonas do meio-espaço crescentes
As zonas quiescentes intermediárias de espaço se tornam maiores a distâncias maiores do Paraíso. Finalmente abrangem as fronteiras de todo o espaço.
Encapsulação total
Essas zonas encasulam completamente tanto os reservatórios de espaço (verticais) quanto toda a extensão horizontal do espaço preenchido.
Seção transversal em cruz de Malta
A seção vertical do espaço total se assemelha a uma cruz-de-malta. Os braços horizontais = espaço preenchido. Os braços verticais = espaço não-preenchido. As áreas entre os braços.
2. Reservatórios de espaço não penetrado
Definição de não-preenchido
Não-preenchido por aquelas forças, energias, potências e presenças conhecidas como existentes no espaço preenchido. Os reservatórios contrabalançam os ciclos de contração-expansão do espaço.
Localização e orientação
Vertical — acima do Paraíso superior e abaixo do Paraíso inferior. Configuração de ampulheta quando visualizada em seção transversal.
Extensão igual
Os reservatórios de espaço não-preenchido se estendem verticalmente tão longe quanto o espaço preenchido se estende horizontalmente — até e além do quarto nível do espaço exterior. Atualmente mais ou menos equidistantes do Paraíso.
Respiração recíproca
Quando o espaço preenchido se expande, o espaço não-preenchido se contrai, e vice-versa. Confluência de ambos logo abaixo do Paraíso inferior através de canais de regulagem da transmutação.
Fase atual
O espaço preenchido se aproxima do ponto médio da fase de expansão. O espaço não-preenchido se aproxima do ponto médio da fase de contração.
X. Geometria do espaço penetrado
Origem e natureza
O espaço é uma dádiva do Paraíso. O espaço do grande universo e de todas as regiões exteriores é preenchido pela potência do espaço ancestral do Absoluto Inqualificável.
Plano em forma de V
Um plano finito, mas inconcebivelmente vasto, em forma de V, perpendicular às superfícies do Paraíso, seu vértice quase tangente ao Paraíso periférico, em revolução elíptica — delineia o volume do espaço preenchido.
Espessamento do espaço
Os limites superior e inferior se afastam mais a distâncias maiores do Paraíso. O espaço se espessa um pouco mais rápido do que o plano da criação.
Seis elipses concêntricas
O universo-mestre consiste em seis elipses concêntricas que se estendem para fora a partir do Paraíso: Havona, Superuniversos, NEE1, NEE2, NEE3, NEE4.
Universo físico de limites definidos
O comportamento observável constitui evidência de um universo delimitado. Os níveis de espaço se alternam com zonas de quiescência relativa — sem isso, as energias cósmicas seriam disparadas em linha reta no espaço para um alcance infinito.
Nível espacial definido
“Uma região elíptica de movimento cercada por todos os lados por uma relativa ausência de movimento.” “Uma trajetória de espaço curvo de menor resistência universalmente seguida pela força cósmica e pela energia.”
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Traduções © 2007 Fundação Urantia